Notícias

Tel.:(11) 3897-6100

pt
en
es

COUROMODA 2024

Todos os serviços para sua participação na Couromoda.

VIAGEM E HOSPEDAGEM

Oportunidade de atualização com os principais temas do mercado.

CREDENCIAMENTO EMPRESARIAL

Garanta sua credencial para a mais importante feira de calçados da América Latina.

SÃO PAULO PRÊT-À-PORTER

Feira Internacional de Negócios para Indústria de Moda, Confecções e Acessórios.

Notícias da Couromoda

Calçado no Mundo

Notícias do Setor

Colunista

Lançamentos e Moda

Mídia

Facebook
Twitter
Pinterest
[wpavefrsz-resizer]

20 top trends para o verão 2015/16

A Vogue francesa analisou todas as referências que desfilaram pelas grandes semanas de moda internacionais e elencou 20 tendências que devem conquistar a próxima temporada de primavera-verão. Veja o que a conceituada publicação apurou para o setor de confecções para 2015/16:

Cáqui: desde que entrou para as passarelas há mais de 40 anos, o tom cáqui tornou-se um clássico da moda, retornando nesta temporada como um verdadeiro estrondo. Aparecendo em estilos diferentes, peças com esta tonalidade vieram em camurça no protesto feminista da Chanel, enquanto Marc Jacobs fez releitura sexy, com silhuetas militares, e Ralph Lauren optou pela 'Out of Africa', em estilo safari glamouroso.

Hippie de luxo: longos, leves e fluídos. Nesta temporada, a tendência boemia de luxo, inspirada pelo olhar hippie chique icônico de Talitha Getty, levou para a passarela silhuetas em tom de rosa suave por Alberta Ferretti e motivos caleidoscópicos na Etro, enquanto Claire Waight Keller brincou com rendas e plissados na Chloé.

Macacões: os designers se inspiraram no mundo da indústria para criar looks que mesclam moda e utilidades. Na Dior, Pucci e Ralph Lauren foram apresentados macacões de alta costura, com acessórios como cintos de couro, lenços e jóias, bem como zíperes longos e botões grandes. Trocando o armazém por uma galeria de arte, o macacão está definido para ser o uniforme chique e sofisticado na próxima temporada quente.

Jeans: o jeans faz seu regresso à passarela, reinventado em azuis desbotados e uma gama de efeitos e texturas. Na Gucci, o vestido ganhou traços de cowgirl. Já o trench da Burberry desperta códigos do estilo britânico com seus detalhes em camurça. E a Tommy Hilfiger investiu em um patchwork que mixa vários tons do tecido.

Renda Romântica: tal como as heroínas românticas, as mulheres da Valentino, Chloé e Louis Vuitton desfilaram vestidos com tecidos delicados, que jogavam sobre a transparência das rendas brancas. O tecido, por vezes, revelava delicadamente a pele, levantando o véu de desejo na passarela.

Quimono: com silhuetas longas amarradas na cintura, a peça provou ser inspiração para uma série de grifes. Do tom de creme com cinto preto de grandes proporções da Marni, passando pelo design floral delicado inspirado por um desenho Hokusai de Gucci, até a silhueta elegante, com costuras expostas e um cinto azul profundo de Céline.

Náutico: uma brisa do mar invadiu as passarelas de Milão, Nova Iorque e Paris. Teve o revestimento de grandes dimensões na Lanvin, um vestido com inspiração no iatismo na Chloé e a referência de Marc Jacobs ao uniforme de marinheiro.

Nos embalos de sábado à noite: do vestido de leopardo brilhante por Hedi Slimane da Saint Laurent, até o vestido curtíssimo em lurex de um ombro só visto na Isabel Marant e o brilho dos pés à cabeça na Tom Ford, de Paris a Nova Iorque, as passarelas se preparavam para uma verdadeira festa. Estes metálicos 70's são uma forma segura de se sentir sexy sob a esfera do disco.

Bailarina: se foi o impacto duradouro de Cisne Negro, de Darren Aronofsky, ou o renascimento da dança clássica que influenciou os designers nesta temporada, sem dúvida, as saias longas de tutu foram inspiradas por bailarinas. Com Giorgio Armani, Valentino e Alberta Ferretti, os vestidos elegantes de tule eram projetos de um tapete vermelho clássico, perfeito para premiações como o Oscar. Para elevar o glamour, os designers trocaram a sapatilha de balé por saltos ou sandálias gladiadoras até os joelhos.

Mix & Match: com peças em seda, algodão, estampas de retalhos e materiais com uma variedade de cores diferentes, a passarela ressoou com a modernidade, com looks ecléticos e silhuetas conceituais, como mostraram Maison Martin Margiela, Marni e Marc by Marc Jacobs.

Sensual black: o preto é a armadura de um estilo elegante, seja ele básico ou chique. Nesta temporada, vimos Bottega Venneta ostentando inserções e experimentações de sobreposição. Dolce & Gabbana desfilou um modelo com recortes habilmente projetados, enquanto Michael Kors abusou da sensualidade.

Vintage: misturar, contrastar e costurar tecidos, em princípio, parecia surpreendente, mas os designers mostram seu talento para o eclético nesta temporada, reunindo tecidos vintage e combinações inesperadas de estampas e texturas. A prova são os tecidos incríveis em Dries Van Noten, a folhagem gráfica e florais na Maison Martin Margiela e as evocações orientais da Prada.

Uptown: como um aceno para smokings brancos de Bianca Jagger, os designers definem experiências com os códigos da feminilidade através de ternos pretos e brancos. Adicionando um toque dos anos 70, as calças transformaram-se em flares e as partes superiores, mais longas e minimalistas na Giambattista Valli. Na Céline, os acessórios retratam uma mulher de luxo em sintonia com a roupa setentista.

Pássaros noturnos: penas e franjas em pretos profundos e brilhantes apareceram delicadamente nas peças de Balenciaga, Fendi e Proenza. Foi um ode às sombras da noite, evocando imagens do cisne negro que foge da cena do crime com um bater de suas fortes asas.

Bold red: a partir do jogo fosco&brilhante da Louis Vuitton, as criações em brasa da Comme des Garçons e o contraste de um flash de azul brilhante e vermelho na Miu Miu, as grifes espelharam os efeitos de um batom vermelho marcante, ou do vermelho perfeitamente bem cuidado das unhas, enviando-os para as silhuetas mais ousadas.

Polka dots: cópia simples, que manteve o seu impacto ao longo dos anos, as famosas bolinhas explodiram alegremente nas semana de moda. Desde um mini de Marc by Marc para um desenho 3D conceitual de Junya Watanabe, ou pontilhada regularmente através de um vestido Dolce & Gabbana, a única condição do padrão é ser usado em preto e branco.

Alfaiataria andrógina: muitos anos se passaram desde que as mulheres conquistaram o guarda-roupa masculino, e os designers estavam ansiosos para resgatar os códigos dos ternos, trazendo um toque sexy. A tendência se revela nos cortes assimétricos atendidos em Anthony Vaccarello, o  streetwear de Sonia Rykiel e o listrado da Maison Martin Margiela.

Pop art: esta temporada tem uma intrigante combinação de influências de Roy Lichtenstein, um dos maiores artistas pop do mundo, Mondrian e Sonia Delaunay. Com círculos, cores brilhantes e listras corajosas, houve uma exibição verdadeiramente vibrante. De saias de Junya Watanabe, para o vestido com painéis de Loewe e as camadas de Dries Van Noten, percebe-se que a pop art não está mais restrita às paredes do museu.

Black mesh: em toda a peça ou em uma só parte, a malha é a resposta desta temporada para o sportswear gráfico. O tecido transparente dá um fascínio sugestivo, revelando e escondendo parcialmente o que está por baixo. E foi aposta de Balenciaga, Calvin Klein Collection e Versace.

Monocromáticos: uma paleta refinadíssima para efeitos ópticos foi a escolha de Riccardo Tisci para Givenchy, Anthony Vaccarello e Olivier Rousteing em Balmain, para um olhar enganosamente minimalista, o que mostra a sua complexidade nas combinações de materiais, tachas, zíperes e acabamentos matte ou gloss.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

MAIS NOVIDADES