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A impressão 3D e suas facilidades para o setor calçadista

Diretamente relacionadas ao universo criativo, as possibilidades de produtos geradas a partir de uma impressora 3D atraem os estilistas. Desenvolvida em meados dos anos 1980, a tecnologia ganhou espaço popularizado na mídia a partir de 2009, quando patentes de sua criação deixaram de ter validade e empresas entraram na batalha para baratear seu custo.

O mesmo objetivo influenciou o engenheiro de Controle e Automação Rodrigo Krug a fundar, em 2012, a Cliever 3D, a start up gaúcha que conseguiu formatar a primeira impressora 3D 100% brasileira, de fácil manuseio e com o valor de venda final de R$ 5.939,00 – muito aquém de montantes já cobrados por este recurso. “Com ela, é possível imprimir um solado por apenas R$10”, disse o empreendedor.

Por que o calçado não absorveu a tecnologia?
Segundo Krug explicou, durante sua palestra na Maratona MUDE, no dia 27 de setembro, em Porto Alegre/RS, o setor calçadista ainda não adotou em larga escala a impressão 3D por ser um segmento muito guiado pelo artesanal. “Mas o processo desta indústria pode ser transferido para o meio digital”, avaliou.

Os ganhos desta mudança são notáveis no menor tempo destinado à criação dos modelos, na possibilidade de novas formas, na economia de material e na manufatura aditiva, que compreende um maior número de pessoas capacitadas para a modelagem.

O uso da impressão 3D no exterior tem incentivado a liberdade criativa e a personalização de itens. O projeto Continuum (www.continuumfashion.com), que comercializa itens criados somente com esta tecnologia, e redes de compartilhamento de modelos – como a (www.thingiverse.com) – mostram que esta é uma realidade cada vez mais presente, especialmente para o nicho de calçados.

 

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