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África do Sul na mira dos calçadistas brasileiros

Com um potencial de consumo em notável crescimento entre as nações emergentes, a África do Sul se destaca como um dos novos alvos da indústria calçadista brasileira. Para analisar o atual cenário econômico e as oportunidades de negócios com o país, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) promoveu, no dia 1º de outubro, um workshop para apresentar dados sobre a indústria e o varejo locais. As informações foram analisadas pela consultora Liz Whitehouse, diretora da Whitehouse & Associates, que mostrou dados relativos à importação de produtos e ainda apontou características do comportamento de compras sul-africano.

“Este é um dos melhores momentos para fazer negócios com a África do Sul, país com 52 milhões de habitantes e renda per capita de US$ 11 mil. A indústria calçadista local produz apenas 10% do que é consumido, sendo que boa parte dos produtos que estão hoje nas vitrines são provenientes da China, que detém 73% do mercado”, explica Liz. De acordo com a consultora, o Brasil ainda representa apenas 1% das importações de calçados, número que tende a crescer nos próximos anos. A ascensão da chamada “nova classe média negra” é um dos aspectos que merecem ser analisados pelos empresários, já que vem desenhando diferentes hábitos de consumo e novas necessidades de compras entre o público jovem.

Em 2011, a África do Sul foi o 13ª maior importador de calçados do mundo, comprando cerca de 147 milhões de pares de outros países – sendo pouco mais de 660 mil deles de origem brasileira. Na visão da especialista, os artigos com a etiqueta verde e amarela têm grande potencial de expansão no país, já que o mercado sul-africano possui uma boa percepção do Brasil. “O varejo local é composto por grandes redes de departamentos, que buscam preço, qualidade e confiança em seus parceiros comerciais. Por a China ser o maior concorrente, é preciso que as marcas brasileiras entendam que devem se destacar por conta de um design diferenciado e comprometimento acima da média”, afirma Liz.

Com um consumo interno de quatro pares per capita, a nação ainda é um desafio para as empresas brasileiras. “A África do Sul é uma estranha mistura entre o primeiro e o terceiro mundo. Para ter sucesso no varejo local é preciso, além de um produto competitivo em seu nicho de mercado, escolher o parceiro certo e estabelecer uma relação de confiança com os compradores”, destaca a especialista. Através de um estudo estratégico, a Abicalçados busca identificar potenciais parceiros de negócios e ainda traçar um plano de prospecção para as empresas participantes do Brazilian Footwear, que podem ter, no país, uma porta de entrada importante para a distribuição em todo o continente africano.

 

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