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Brasil fornece tecnologia para indústria calçadista mexicana


Encerrou com êxito a participação brasileira na Anpic 2012, em León, capital do Estado de Guanajuato, maior região produtora de couro e calçados no México, que é o segundo maior cliente internacional dos fabricantes brasileiros de máquinas para a produção de sapatos e indústria curtidora.

As empresas Erps, Ivomaq, Kehl, Kunden, Master, Mecsul e Michelon participaram da feira através de ação coordenada pela Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas para Couro e Calçados (Abrameq), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e com a Secretaria de Desenvolvimento e Promoção do Investimento do Rio Grande do Sul (SDPI). O balanço foi positivo: as empresas realizaram 117 contatos, que resultaram em negócios no valor de US$ 18 mil e perspectivas de mais US$ 700 mil em vendas a serem fechadas a partir dos contatos realizados.

Delcio Schmidt, ex-presidente da Abrameq e diretor da Máquinas Erps, destaca que esta edição da Anpic não teve uma grande visitação, mas permitiu bons contatos com clientes do México, Colômbia e El Salvador. “Devemos dedicar uma atenção especial ao mercado mexicano, porque eles exportaram 12 milhões de pares de sapatos para os Estados Unidos em 2009 e dois anos depois, em 2011, venderam 18 milhões de pares, um salto de 50%”.

Segundo o empresário, é muito importante estar na Anpic, para ser lembrado no momento em que o fabricante de calçado decidir fazer investimento em tecnologia. “No passado, as vendas para o México se davam principalmente através de distribuidores, o que mudou com a entrada da China no mercado, fazendo com que os negócios passassem a ser fechados diretamente do fabricante de máquinas para o calçadista”.

A concorrência chinês continua sendo um problema para os brasileiros, em função do preço mais barato de seus produtos. Rogério de Moura, gerente de vendas para o mercado externo da Mecsul, observa que “seríamos mais competitivos se pudéssemos oferecer prazos maiores para o pagamento na compra das máquinas. A indústria mexicana evoluiu muito nos últimos anos e está buscando novas tecnologias, o que temos a oferecer. Por isso, devemos manter a nossa presença neste mercado, que pode nos oferecer excelentes resultados em um cenário cambial um pouco mais favorável.”

A Ivomaq participou da Anpic através da Stevens Machinery, representante da empresa nos EUA. Robert Stevens observa que alguns compradores de calçados norte-americanos estão voltando a comprar do México, reduzindo a importação de sapatos chineses. “Acredita ser tendência os EUA aumentarem o volume de negócios com as Américas, porque o preço da China está aumentando, muito em função do aumento do volume do preço do petróleo, que aumenta o valor do frete”.
Neori Paim, gerente de vendas da Master, observou que a sua empresa fechou negócios no valor de US$ 375 mil nesta feira, considerando apenas contatos realizados na edição de 2011 da Anpic. “Isso demonstra a relevância de um trabalho contínuo nos mercados. E nós estamos priorizando a venda de projetos completos para as fábricas, ao invés da comercialização de máquinas avulsas, agregando valor aos produtos, dentro de um conceito de processo produtivo de maior conteúdo tecnológico”, afirma. Neste sentido, a Master opera em parceria com outras empresas fabricantes de máquinas, para oferecer um mix completo de produtos aos clientes.

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