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C&A volta a vender pela internet e planeja abrir até 30 lojas neste ano

Disposta a aproveitar o crescimento do comércio virtual no Brasil, que aumentou 24% em 2014 e obteve receita de R$ 35,8 bilhões, a C&A – líder no varejo de moda – relançou recentemente sua plataforma de comércio eletrônico, após cerca de 12 anos de inatividade. Segundo o vice-presidente de vendas, Paulo Corrêa, foram feitos investimentos em tecnologia, logística e treinamento de pessoal específicos para possibilitar ao consumidor adquirir todo o mix de produtos da rede – inclusive calçados – sem sair de casa.

De acordo com o executivo, o objetivo é manter um relacionamento próximo com os consumidores. "Não é tanto uma questão de se vai ser ou não relevante para o volume de vendas, mas é algo relevante para o cliente", comenta.

Novas lojas
Outro investimento da empresa é na expansão das lojas físicas. Conforme Corrêa, a companhia vai manter este ano o ritmo de inauguração habitual, de 25 a 30 lojas novas a cada ano. Atualmente, já são cerca de 290 lojas em funcionamento no total. Para o executivo, uma oportunidade para o mercado brasileiro hoje é investimento em lojas em cidades de médio porte. "Hoje é mais viável abrir lojas fora das grandes cidades devido ao crescimento da classe média brasileira e à escala dos negócios da C&A”, afirma.

Apesar do cenário difícil em 2015, o executivo diz que a C&A está otimista quanto ao desempenho neste ano. Ele destaca esforços de alocação correta de produtos nas lojas e redução de liquidações como fatores importantes para que as vendas sejam bem-sucedidas. "Temos um exercício intenso de parcerias com estilistas, coleções regionais específicas e melhorias nos pontos de venda", assegura.

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