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Conhecer o público e o DNA da marca é essencial para que a arquitetura da loja ajude a vender mais

Grande evento de atualização realizado e patrocinado pela Couromoda, em cooperação com a Ablac, o Congresso Brasileiro do Calçado realiza sua 18ª edição no dia 12 de janeiro, no Holiday Inn – Anhembi, com programação repleta de profissionais de renome no mercado. O designer de consumo Maurício Queiroz é um desses palestrantes, que levará para os lojistas e expositores sua experiência em arquitetura de projetos comerciais com estudos e análises do mercado na palestra “O varejo do futuro – Para onde caminham as lojas de calçados”.

Queiroz explica que todo projeto arquitetônico é consequência de um briefing e que para defini-lo é preciso construir a marca e seu DNA e conhecer detalhadamente quem é o consumidor. “O projeto arquitetônico precisa estabelecer todos os elos de ligação entre essas duas questões”, diz.

Para que a arquitetura ajude a vender mais, o profissional destaca que é essencial pensar no psicológico do consumidor e entender sua forma de comprar. “Homens são racionais, cartesianos, práticos e objetivos, compram um cinto preto para combinar com um sapato preto, porque tem um terno azul marinho e querem fazer isso de forma rápida e minimizar erros”, explica. Já as mulheres entram em uma loja buscando ficarem mais bonitas e podem comprar o look todo, incluindo os acessórios, apenas para ir ao trabalho ou até mesmo uma viagem inesperada no fim de semana. “Por essas diferenças, o design do mobiliário, a iluminação, o fluxo e a comunicação visual da loja devem ser pensados para cada público.”

Queiroz salienta sempre que o consumidor procura na loja experiência de compra e não apenas um produto. “O produto puro e simplesmente pode ser comprado online, em apenas um clique no conforto do sofá. Quando falamos em ponto de venda a experiência é tudo e de forma mais ampla que podemos conceber”, destaca. Por isso, não é apenas a arquitetura que conta, mas o tipo de abordagem do vendedor (e se for um consultor melhor ainda), a facilidade e coordenação de cada produto, o conforto do provador e o diferencial do ambiente, atendimento e pós-venda. “Da expressão em inglês, look and feel  (olhe e sinta), claro e objetivo, extremamente alinhados com a proposta da marca, esse conjunto é o que emociona e fideliza.”

Pequenas lojas também podem ser pensadas para atrair e fidelizar o consumidor

“Ao contrário do que muitos podem pensar, um projeto de arquitetura e comunicação visual pode custar muito pouco do montante gasto na loja (ponto + construção + estoque)”, explica Queiroz. O designer diz que, muitas vezes, em torno de 5% do investimento total da loja é suficiente para produzir um resultado completamente diferente. “De qualquer forma se for não for contar com um profissional da área, o que aconselho é observar e brincar de ser consumidor e estudar os bons cases de design de consumo que temos no mercado, para que assim possa entender o foco e a real necessidade de sua loja”, completa.

Confira a programação completa e inscreva-se. É gratuito.

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