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Convenção Assocalzaturifici destaca o retorno da produção de calçados para a Itália

“Estamos em Florença para contar uma história nova que fala do valor do "Made in Italy" e de como ele está de mãos dadas com o território e sua cadeia de produção, ao qual muitas empresas que haviam se deslocado estão agora pensando em voltar. São indícios ainda iniciais, mas já claros, que emergem também de uma pesquisa encomendada pela Assocalzaturifici para avaliar o fenômeno e entender suas razões e possíveis desenvolvimentos. Recuperar o "Made in Italy" é uma batalha cultural e não podemos ficar sozinhos. Precisamos da ajuda das Instituições para promover uma nova conscientização e um novo Renascimento do "Made in Italy", inclusive graças à introdução em âmbito europeu da etiqueta de origem obrigatória. Nós italianos devemos ser os primeiros guardiães do nosso know-how, não podemos ignorar ou subestimar um valor reconhecido no mundo inteiro”, com essas palavras,Cleto Sagripanti, presidente da Assocalzaturifici, abriu a convenção da associação, no último 15 de novembro, no Salão dos Quinhentos, no Palazzo Vecchio em Florença.

Ponto alto da convenção foi a apresentação dos resultados da pesquisa "O GRANDE RETORNO". Embora esteja, no momento, circunscrito e limitado a respeito da potencialidade por causa de um quadro legislativo ainda problemático e uma conjuntura pouco favorável, o retorno da produção na Itália se delineia, a partir da pesquisa, como um fenômeno em lento crescimento, o que aparece também entre as empresas médias do setor moda de calçados.

De volta
O setor de vestuário e calçados, em conjunto, representa atualmente 19,3% das decisões de realocação registradas em escala mundial, enquanto, sempre em termos mundiais, a Itália é o país de origem que reúne 20% das decisões de volta ao território, primeiro país da UE (à frente do Reino Unido e da Alemanha) e segundo na classificação, atrás somente dos Estados Unidos (46,6%), verdadeiros protagonistas do retorno à manufatura.Quanto à  amostragem de empresas da Assocalzaturifici entrevistadas, a motivação mais relevante na base das escolhas de relocação foi a busca de menores custos de produção. A escolha inicial da relocação manufatureira foi revista por 47% das empresas que a tinham implementado. A principal razão para a escolha de voltar a produzir na Itália está representada pelo valor agregado que o mercado reconhece no produto "Made in Italy", além da escassa qualidade do produto e/ou da produção feita no exterior e o desrespeito aos prazos de entrega.

“O verdadeiro fator competitivo que move a volta da produção parece, portanto, ser a qualidade e a tempestividade da curta cadeia de produção italiana. Essencialmente, torna-se a produzir na Itália porque isto também garante maior competitividade nos mercados internacionais. As sociedades empresariais que recorreram ao offshore tendem de fato a exportar menos que aquelas que mantiveram na Itália todo o processo produtivo para todas as fases de produção e para toda gama de oferta.

Mesmo em um ano de forte crise, em que à estagnação europeia se acrescenta a recessão na Rússia e na área da CEI e a desaceleração chinesa, o setor moda de calçados aumentou em 3,4% o ativo comercial com o exterior, levando-o para quase 2,7 bilhões de euros nos primeiros sete meses de 2014. A exportação cresce 4,5% em valor, e o preço médio do produto exportado continua a subir. Em síntese, o grande retorno das nossas empresas será diretamente proporcional à capacidade do nosso país de promover a cultura de empresa”, finalizou Sagripanti.

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