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Couromoda apresenta à indústria conclusões da pesquisa com 3.300 lojistas do Brasil

Mais de 100 empresários, profissionais da indústria calçadista e lojistas do Rio Grande do Sul foram conferir em 15 e 16 de abril a análise e comentários da pesquisa Perfil do Varejo Brasileiro de Calçados e Bolsas, realizada pela COUROMODA, com apoio da ABLAC – Associação Brasileira de Lojistas de Artefatos e Calçados.
Trazendo dados muito recentes (outubro de 2012) e envolvendo 3.300 lojas em 194 cidades, de todos os estados brasileiros, a pesquisa apresenta um retrato muito fiel dos hábitos de compras do varejo calçadista brasileiro.

Duas apresentações no Vale do Sinos – em Igrejinha e em Novo Hamburgo – inauguraram o ciclo de palestras que a equipe COUROMODA, liderada pelo diretor Airton Manoel Dias, já tem agendadas para alguns dos principais polos calçadistas do país.
Durante 90 minutos Airton Dias apresentou informações relativas a giro médio de estoques, tamanho dos estoques, índices de mark-up praticados, porte das lojas por faturamento e por número de filiais, entre outros dados. 
As informações permitem definir as características do varejo de cada região brasileira e direcionar as ações comerciais da indústria de acordo com cada perfil de compras, gerando melhores resultados. "O mark-up médio nacional, segundo a pesquisa, é de 111%, embora haja variações conforme a região, a linha de produto, o perfil tributário da loja e até se ela é individual ou pertence a uma rede", disse Airton Dias. O palestrante também destacou outro dado: 60% das lojas participantes – cuja maioria tem de um a dez pontos de vendas – trabalham com no máximo 90 dias de estoque, abaixo do que praticavam há alguns anos.

Liquidações e problemas de calce

Tanto em Igrejinha quanto em Novo Hamburgo, alguns temas geraram perguntas por parte do público, entre eles as liquidações antecipadas do varejo e a causa das reclamações das consumidoras sobre as dificuldades de calce de números como o 38. 
Segundo Airton Manoel Dias, as liquidações do varejo ocorrem mais cedo devido à necessidade dos lojistas de gerarem caixa para pagar os fornecedores (que apresentam renovações mais seguidas e as disponibilizam para as lojas), enquanto os problemas de calce originam-se de erros na medição da forma. 
O sistema de numeração utilizado no Brasil (ponto francês) prevê medição do comprimento externo da forma, e não do interno, como é feito, gerando problemas de calce e identificação errada da numeração na etiqueta dos produtos. "O problema nada tem a ver com altura da forma ou meio-ponto, como alguns sugerem. Relaciona-se à medição da forma, que precisa ser feita pelo lado de fora, o que é determinante para que o sapato calce bem", finalizou.

Durante os encontros no Vale do Sinos, Airton Manoel Dias esteve acompanhado pelo diretor-geral da feira, Jeferson Santos; pelo gerente comercial, Wellington Joseph, e por Gilmar Dalla Roza e Worley Monte Blanco, do escritório regional COUROMODA em Novo Hamburgo. 
 

NOVO HAMBURGO

 

IGREJINHA

Ilse Guimarães e Silvana Dilly (Instituto By Brasil) e Wellington Joseph (Couromoda)

Worley Monte Blanco (Couromoda), Orseni Bernardes, Brune Bernardes (Di Valesi) e Gilmar Dalla Roza (Couromoda)

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