Notícias

Tel.:(11) 3897-6100

pt
en
es

COUROMODA 2024

Todos os serviços para sua participação na Couromoda.

VIAGEM E HOSPEDAGEM

Oportunidade de atualização com os principais temas do mercado.

CREDENCIAMENTO EMPRESARIAL

Garanta sua credencial para a mais importante feira de calçados da América Latina.

SÃO PAULO PRÊT-À-PORTER

Feira Internacional de Negócios para Indústria de Moda, Confecções e Acessórios.

Notícias da Couromoda

Calçado no Mundo

Notícias do Setor

Colunista

Lançamentos e Moda

Mídia

Facebook
Twitter
Pinterest
[wpavefrsz-resizer]

Couromoda apresenta nos polos a pesquisa Perfil do Varejo Brasileiro de Calçados 2014

Para entender é preciso conhecer. Partindo desta premissa, a Couromoda, com apoio da Associação Brasileira dos Lojistas de Artefatos e Calçados (Ablac), desenvolveu – e agora divulga em diversos polos calçadistas – a 2ª edição da pesquisa Perfil do Varejo Brasileiro de Calçados. A série de apresentações iniciou-se em Birigui, no Estado de São Paulo, no dia 1º de abril. Na sequência, as cidades de Novo Hamburgo e Igrejinha, ambas no Rio Grande do Sul, foram contempladas com as apresentações, que ocorreram nos dias 6 e 8 de abril, respectivamente, e ficaram a cargo do diretor do Fórum Couromoda e coordenador da pesquisa, Airton dos Santos, que esteve acompanhado do diretor geral da Couromoda, Jeferson Santos. Os dados do estudo haviam sido apresentados em primeira mão durante o Congresso Brasileiro do Calçado, evento que ocorreu na véspera da Couromoda 2015. Agora, as informações são novamente apresentadas e novos aspectos analisados, de acordo com o perfil do publico presente.

Para o Jeferson Santos, as visitas aos mais representativos clusters produtivos do Brasil têm como objetivo principal levar informações confiáveis e atualizadas para que os empresários locais tenham mais um elemento efetivo para tomada assertiva de decisões. “Conhecer o varejo calçadista brasileiro e suas peculiaridades é essencial para atender seus anseios. E a Couromoda é sempre parceira em iniciativas que qualifiquem as relações comerciais e que promovam o desenvolvimento do segmento calçadista nacional”, argumentou.

Dezenas de profissionais do segmento estiveram presentes nas apresentações feitas no Rio Grande do Sul e que tiveram apoio da Fenac, Sindigrejinha e do Sebrae/RS. Confira no final desta matéria uma galeira de fotos de quem esteve por lá.

Panorama geral do universo pesquisado
A pesquisa Perfil do Varejo Brasileiro do Calçado 2014 foi elaborada com base em dados de 340 empresas varejistas, com mais de 2,2 mil pontos de venda, localizados em 22 estados, e apresenta um panorama bastante confiável do comércio calçadista brasileiro. Das empresas participantes, 15 são redes nacionais, com sede em 12 estados e filais em 22. Já as redes estaduais somaram 129 empresas e operam em 18 estados. Destas, 41% são do Sudeste, 24% no Nordeste, 19% no Sul, 12 no Centro-Oeste e 4% no Norte.

Segundo o coordenador e responsável pela pesquisa, Airton Manoel Dias, alguns aspectos chamam mais atenção no estudo. Manter uma política de preço única ou padrão para todos os tipos de lojistas se torna impraticável e os estoques estão, cada vez mais, sendo transferidos literalmente para as fábricas. “Como somos um setor que trabalha com moda, a reserva de produtos na loja tem que ser muito precisa para evitar riscos e também permitir a renovação constante”, detalha Santos. “Sendo assim, fornecedores que entregarem produtos de melhor giro terão prioridade sobre os demais”,complementa. Sobre a questão da precificação, Airton alerta para a necessidade de se conhecer profundamente o perfil do cliente lojista, pois os custos (fixos e variáveis) deles variam de acordo com vários fatores, como o enquadramento fiscal, o número de pontos de venda e a área de atuação, entre outros. “Não é possível ter uma tabela para todos”, pondera.

Outros números
Em relação ao porte das empresas, segundo a pesquisa, praticamente a metade (47%) fatura até R$ 150 mil por mês, ou R$ 1,8 milhão ao ano. Já as que têm faturamento entre R$ 151 mil e R$ 300 mil por mês (ou até 3,6 milhões ao ano) representam 22% do total. Na faixa entre R$ 301 mil e R$ 500 mil mensais (ou até R$ 6 milhões ao ano) estão 14%. As lojas com faturamento superior a R$ 501 mil mensais representam 17% do total.

Quase metade das lojas pesquisadas (45%) tem somente uma unidade. Empreendimentos com dois a cinco pontos somam 35%, enquanto os que possuem entre seis e dez unidades totalizam 10%. Os demais 10% são compostos por lojas que contam com mais de 10 pontos de venda. 

A maioria absoluta das lojas, 63%, são sapatarias mistas multimarcas, enquanto 16% são sapatarias femininas multi ou monomarcas. Já o espectro que compreende redes com todos produtos, lojas de departamentos e magazines representam  12% do universo da pesquisa. Os demais 9% se enquadram na categoria outras.


O que disse o público:

“As informações da pesquisa vão nos ajudar a direcionar as atividades da fábrica. Destaco especialmente o grande número de lojas com apenas um ponto de venda, com as quais nossa empresa trabalha intensamente. Vender para elas é mais fácil do que para as demais, mas também é preciso levar em conta as mudanças que vêm ocorrendo no mercado para elevar os negócios.”

Glaumir Pedro Kaiser, diretor de Calçados Dian Pátris e vice-presidente do Sindigrejinha

 

"Reconheci, neste evento, a importante contribuição da pesquisa no processo de conscientização da indústria sobre os encargos que recaem sobre o varejo, que, por sua vez, precisa elevar o mark-up, uma atitude muitas vezes não compreendida pelo fabricante."

Humberto Blauth, administrador da rede de seis lojas Belinha Calçados, com matriz em Bom Princípio/RS

"As explanações reveladoras da Pesquisa do Varejo são fundamentais para a compreensão do sistema de compra e venda do setor calçadista brasileiro. Estas informações mostram como a indústria deve tratar os negócios com os lojistas. São novos tempos e precisamos nos adequar para que o mercado não pare."

Moacir Bittencourt, representante comercial da marca Bella Flor, de Novo Hamburgo/RS.


Informações sobre a Couromoda 2016

Além da pesquisa sobre o varejo calçadista brasileiro, o consultor Airton Manoel Dias, aproveitou os encontros setoriais também para divulgar informações sobre a Couromoda 2016, que ocorre entre os dias 10 e 13 de janeiro do próximo ano, novamente no Expo Center Norte. A mudança para a nova casa, oficializada na edição de 2015, foi amplamente aprovada por expositores, visitantes e demais profissionais do setor.  Conforme Airton, mesmo com todo o sucesso da feira, alguns pontos ainda precisam ser melhorados e outros corrigidos.

À exemplo do que ocorreu neste ano, em 2016 a Couromoda abrirá suas portas novamente em um domingo, dia que registrou visitação supreendentemente boa e que foi avaliado como o ideal por parte de lojistas e fabricantes para dar início aos negócios. Com isso, o Congresso Brasileiro do Calçado mantem-se no sábado, dia 9 de janeiro. Os seminários com foco no varejo caíram o gosto do público e serão mantidos no mesmo formato, com mais de uma apresentação e em horários e dias distintos para propiciar mais opções aos interessados. Em 2015, cerca de 5 mil profissionais participaram destes evetos.

Outra inovação muito elogiada e que será mantida é a realização paralela da São Paulo Prêt-à-Porter nos pavilhões do Expo Center Norte, o que otimizou a visita por parte de varejistas que comercializam calçados e confecções, uma vez que encontraram uma gama maior de produtos no mesmo local e momento. 

A partir de 2016, as áreas de alimentação não serão mais de responsabilidade das promotoras de eventos, e sim da administradora do complexo Expo Center Norte. Com isso, a área de gastronomia será toda transferida para os mezaninos. Esta mudança propiciou uma mudança na planta para 2016. O local onde antes ficava praça de alimentação será ocupada pela passarela de desfiles. Os desfiles, aliás, serão ampliados e contarão com um número ainda maior e com uma diversidade ampliada de alternativas.  

Em termos de logística, serão criadas novas avenidas para otimizar o tráfego. Elas passarão a se chamar boulevards e facilitarão aos visitantes a localização dos expositores pretendidos. O credenciamento, por sua vez, será aprimorado e direcionado de modo a diluir o acesso do público entre as entradas localizadas nos dois extremos dos pavilhões. 

Dicas
Além das novidades e da melhoria de algumas das ações, Dias também reforçou dicas para a melhor participação na feira. O limite de altura dos estandes em 4 metros e a proibição do uso de teto e de ar-condicionado individual foram lembrados, assim como foi sugerido o veto a lâmpadas que aquecem demais os ambientes e comprometem a climatização. O diretor do Fórum Couromoda também sugeriu aos fabricantes que investissem em estandes mais abertos, com acesso facilitado ao visitante, uma demanda dos varejistas apontada em pesquisa realizada pela Couromoda na última edição. 

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

MAIS NOVIDADES