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Couromoda marca o inicio das vendas do setor

Em seu pronunciamento, na abertura da 39ª Couromoda, o presidente da Associação Brasileira de Lojistas de Artefatos e Calçados, Carlos Ajita, demonstrou confiança no desempenho do varejo de calçados em 2012, que deve repetir a performance de 2011.

No ano passado, o volume de pares vendido cresceu 5% em pares e a receita, 7%, o que deve ter reflexos sobre os negócios durante a Couromoda. “Chegamos à feira dispostos a fazer aos nossos fornecedores um volume de pedidos capaz de atender às projeções de vendas para os próximos meses”, enfatizou Ajita.

O presidente da Ablac agradeceu ao governo federal, representado na cerimônia pelo Ministro Interino do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Alessandro Teixeira, pela aprovação dos novos parâmetros do Simples Nacional, em vigor desde o último dia 1º. “Eles atendem à realidade dos mais de 60 mil pontos de vendas de calçados do País, que assim passam a ter melhores condições de operação e, possivelmente, de obter maior lucratividade”, disse Ajita.

Segundo Ajita, os novos limites – R$ 3,6 milhões ao ano para pequenas e médias empresas – viabilizam, também, a continuidade dos investimentos em modernização visual, automação e qualificação profissional das lojas, que possibilitaram ao varejo grande evolução nos últimos anos, que será ainda maior nos próximos.

Por trás dos investimentos, está a meta dos lojistas brasileiros de acompanhar os novos hábitos de consumo dos clientes, cada vez mais informados, exigentes e seletivos em suas escolhas. De acordo o presidente da Ablac, com visão de futuro, o varejo de calçados qualifica sua gestão e busca ser cada vez mais eficaz nas operações diárias. “Em outras palavras, isso significa vender mais e com maior lucratividade”, explicou.

Para isso, diz Ajita, ajustes fiscais precisam ser feitos. No setor de artefatos de couro, o IPI elevado gera dificuldades de comercialização. Cintos, carteiras e bolsas – que representam cerca de 20% do faturamento do varejo – estão sujeitos à alíquota de 10%, ao contrário do calçado e do vestuário, que são isentos de IPI.

“Igual tratamento reivindicamos para os artefatos de couro”, enfatizou Carlos Ajita, que também fez referência à concorrência de produtos estrangeiros, que reduz a capacidade competitiva das indústrias nacionais e precisa ser combatida com a adoção de barreiras comerciais.

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