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“Cuidado com o mark-up”, alerta Cônsul da Couromoda

“Existe crise? Sim. Sabemos que a situação da economia não está fácil. Mas não é por isso que vamos deixar de trabalhar, de suar a camisa e fazer o negócio acontecer!”. Assim, cheio de energia e vontade de vender mais a cada dia, Antônio de Melo Vale segue sua carreira de representante comercial há 24 anos.

Além de comandar seu escritório, tendo como parceiros seus irmãos José e João de Melo Vale, a quem indicou o caminho da representação, Antônio faz questão de conversar pessoalmente com cada um de clientes, trocar informações, aconselhar e aprender. Em meio às visitas, sempre lembra: “Participem da Couromoda, a melhor feira do Brasil. É nela que o ano começa”.

Cônsul da mostra em Brasília desde 2012, ele é especializado na venda de calçados masculinos. Tudo começou com o convite para representar a marca Pé de Ferro, de Franca, em 1990. De contato em contato, hoje tem como clientes as empresas – também francanas – Calvest e Calprado.

Atendendo a mais de 200 unidades de lojas pertencentes a grandes redes do Entorno do Distrito Federal, o Cônsul negociou aproximadamente 100 mil pares no ano passado e comemora a constante colocação entre os nomes que mais vendem perante seus clientes. “Vender este volume de pares em uma região pequena como a minha é uma vitória”, enfatiza.

Para o lojista
Com know-how no assunto, ele garante: o consumidor quer sapatos que aliem conforto e design. Mas preço final também é fator importante – e muitas vezes decisivo. “Digo aos meus amigos lojistas: não generalizem o mark-up. É sabido que a indústria tem custos cada vez mais altos na produção do calçado e quem acaba pagando alto é o cliente. Contudo, se ele acha caro e não compra, a loja não sobrevive. Meu conselho: ponderem o mark-up de acordo com o perfil do produto e seu respectivo comprador. Calçado barato não dá muito lucro, mas o muito caro não vende”, finaliza.

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