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Etiópia interessada em máquinas brasileiras

A visita à Fimec 2013 do cônsul da Etiópia no Brasil, Araya Kidane, deve ajudar a abrir as portas deste mercado aos fabricantes brasileiros de máquinas para couro e calçados. Durante a feira, Kidane manteve contato com a Abrameq e empresas associadas visando conhecer os equipamentos produzidos no País. As informações obtidas serão enviadas pelo cônsul ao Instituto de Desenvolvimento Industrial do Couro, em Adis-Abeba, para análise e difusão às empresas etíopes.

Dona do maior rebanho bovino e ovino da África, com cerca de 91 milhões de cabeças, a Etiópia produz anualmente 106 mil pés quadrados de couros, nos dois segmentos. 80% da produção são exportados para países como Alemanha, China e India, enquanto o restante abastece 13 indústrias calçadistas locais. O polo coureiro-calçadista etíope localiza-se em duas regiões distintas. As cidades de Borena e Somali, ao sudeste, concentram curtumes de couros bovinos. Em Bati e Selallie, ao norte, predomina a produção de couros ovinos.

O governo etíope concede apoio às empresas locais interessadas em modernizar-se gerencial, tecnológica e comercialmente, inclusive com o acesso a novos fornecedores de tecnologia e suprimentos. Atualmente, há forte presença de tecnologia italiana nas empresas e novos fornecedores estão sendo buscados. Conforme Araya Kidane, há também subsídios para a instalação de novas empresas fornecedoras no país, para abastecer os fabricantes locais.

O cônsul gostou dos equipamentos que viu na Fimec e, no relatório que vai enviar ao Instituto de Desenvolvimento Industrial do Couro, pretende sugerir a formação de parcerias com empresas brasileiras, a vinda de técnicos ao Brasil e a aquisição de máquinas brasileiras por parte dos empresários etíopes. "Temos muito a aprender com os empresários brasileiros e certamente negócios vão ocorrer com brevidade", afirmou.

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