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Exportações de calçados reagem em março e importações caem

O mês de março, assim como fevereiro, registrou uma ligeira recuperação nas exportações de calçados. No mês passado, o embarque de 10,8 milhões de pares gerou US$ 91,14 milhões, 16,6% mais do que fevereiro (US$ 78,13 milhões) e 15,1% mais do que o mesmo mês do ano passado (US$ 79,2 milhões). No acumulado do trimestre, a exportação de 31,67 milhões de pares já somou US$ 241,56 milhões, resultado ainda inferior em 12% ao registro do mesmo período de 2014 (US$ 274,6 milhões).

O presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, destaca que o efeito da maior alta do dólar registrada em dez anos ainda não pode ser sentido nas exportações, o que traz melhores perspectivas para o restante do ano. “A recuperação é fruto da ação das empresas na busca de mercados qualificados além-fronteiras e também da recuperação da economia mundial. Não pode ser atribuída, isoladamente, à alta do dólar, até porque esse efeito será sentido com mais força a partir de maio ou junho”, explica o executivo. Por outro lado, Klein lamenta o retrocesso no Reintegra, que diminuiu a alíquota de restituição para os exportadores, que antes era de 3% e passou para 1% sobre o valor total exportado. “A performance poderia ser melhor”, completa.

Destinos
Os Estados Unidos seguem como o principal destino do calçado verde-amarelo. No primeiro trimestre do ano, os norte-americanos compraram 3,16 milhões de pares por US$ 41,53 milhões, uma queda de 5,3% frente o mesmo período de 2014. Já a França, no segundo posto, consumiu 3,85 milhões de pares pelos quais foram desembolsados US$ 16,86 milhões, 12,2% menos do que no mesmo período do ano passado. A Argentina, que no mês três recuperou o terceiro posto entre os compradores do produto brasileiro – com US$ 6,6 milhões em calçados brasileiros importados, aumento de 85,2% ante março de 2014 -, comprou 808,9 mil pares por US$ 13,66 milhões, queda de 3,3% em relação ao ano passado. Para Klein, o resultado positivo das exportações para a Argentina já é reflexo da recente decisão da Organização Mundial do Comércio (OMC) que obriga o país vizinho a eliminar as barreiras ilegais às importações. “O nosso problema lá – na Argentina – nunca foi a falta de demanda e sim o protecionismo que deverá ser eliminado”, comenta.

Estados
O maior exportador de calçados do Brasil no trimestre foi o Rio Grande do Sul. No período, os gaúchos embarcaram 4,48 milhões de pares por US$ 88 milhões, 10,3% menos do que no mesmo ínterim de 2014. O segundo posto é ocupado pelo Ceará, de onde partiram 13,48 milhões de pares que geraram US$ 68,1 milhões, queda de 14,3% na comparação com o primeiro trimestre do ano passado. São Paulo é o terceiro colocado com o embarque de 1,9 milhão de pares por US$ 30,46 milhões, queda de 18,8% frente a 2014.

O destaque positivo segue sendo Minas Gerais. Os mineiros venderam 2,46 milhões de pares por US$ 9,67 milhões no trimestre, registro 135,8% superior ao auferido em 2014.

Importações
No acumulado das importações, a queda foi interrompida pelo aumento da entrada de produtos estrangeiros registrada no mês três, quando foram comprados 4,46 milhões de pares por US$ 56 milhões, 11,6% mais do que no mesmo mês de 2014. No trimestre, os 11,28 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 156,42 milhões, representam uma queda 8,5% ante o mesmo período do ano passado (US$ 170,98 milhões).

Já os principais vendedores de calçados para o Brasil no trimestre foram Vietnã (US$ 84,97 milhões, queda de 18,8% frente a 2014), Indonésia (US$ 35,64 milhões, incremento de 16,1%) e China (US$ 18,62 milhões, aumento de 5,4%). Já em partes de calçados – cabedais, solas, saltos, palmilhas etc – as importações cresceram 8,6%. No primeiro trimestre entraram no Brasil o equivalente a US$ 23,43 milhões em materiais, sendo as principais origens a China, Paraguai e Vietnã.

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