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Exportações de couro cresceram 14,29% em julho

A indústria coureira do Brasil exportou US$ 160 milhões em peles e couros no mês de julho de 2012. O valor representa um crescimento de 14,29% em relação ao montante exportado no mesmo período do ano passado. O aumento confirma a projeção do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB) de recuperar o recuo de vendas para o mercado externo no primeiro semestre (-2,66%) e, possivelmente, superar 2011 no valor das exportações, que totalizaram US$ 2,05 bilhões.

No comparativo julho/junho 2012, as exportações brasileiras de couros caíram 11% em volume financeiro. O acumulado de 2012 é de US$ 1,1 bilhão, conforme levantamento da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

China, Itália, Estados Unidos e Hong Kong continuam sendo os principais mercados do couro brasileiro, sobretudo do wet-blue. Apesar da queda de 26% em julho, o blue – como é informalmente denominado no meio empresarial – sustenta as exportações brasileiras e deve atingir este ano 7 milhões de unidades exportadas.

O segundo lugar é do couro crust (incluindo raspas), que, no entanto, passa por momentos de dificuldade no mercado internacional, segundo informações da Associação das Indústrias de Curtumes do Rio Grande do Sul (AICSul). Nos últimos dois meses, registrou queda no faturamento: 19% em junho e 15% em julho. Já a que do volume físico este ano chega a 55%.

Na terceira posição, o couro acabado está em melhor situação que o wet blue e crust. Mesmo com queda de 1% em julho, obteve crescimento de 31% no volume financeiro no período julho 2011/julho 2012. Com isso, registra este ano um aumento de 4%, que beneficia principalmente os curtumes gaúchos, os maiores exportadores deste tipo de couro. Ainda assim, os curtumes do Rio Grande do Sul estão preocupados com suas vendas externas, que recuaram 24% este ano, em receita.

“O Rio Grande do Sul está sofrendo mais do que os outros Estados e perdendo posições. A perda de mercado do couro acabado produzido do RS é expressiva. Em 2010, o Estado detinha participação de 30% nas vendas externas do produto. Em 2011, caiu para 26% e este ano deve fechar em 18%”, destacou o presidente executivo da Associação das Indústrias de Curtumes do Rio Grande do Sul (AICSul), Moacir Berger

A queda gaúcha, conforme o presidente do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), José Fernando Bello, deve-se principalmente ao fato de grandes curtumes terem encerrado ou diminuído a produção de suas plantas no Estado, como JBS (fechamento), Pampa (redução de produção de acabado) e Bom Retiro (redução de volume destinado ao mercado internacional). “A exportação está sendo feita por unidades localizadas no Ceará e em Goiás, cujos embarques cresceram 20 e 22%, respectivamente, este ano”, explica.

Crescimento na Hungria

De acordo com Bello, chama a atenção o aumento das exportações de couros à Hungria, que já ocupa a quinta posição no ranking brasileiro, com participação de 4,14%. O aumento dos embarques para este novo mercado em 2012 chega a 228% e beneficia principalmente os Estados de Ceará e São Paulo, cuja receita chega a US$ 26 milhões e US$ 21 milhões, respectivamente.

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