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Indústria calçadista prevê retomada das exportações em 2014

Circunstâncias econômicas favoráveis – como a cotação do dólar a R$ 2,40 – e a continuidade das ações de promoção comercial devem oportunizar a retomadas das exportações brasileiras de calçados em 2014, após cerca de cinco anos de queda. Com isso, é possível que a receita dos embarques volte a aproximar-se de US$ 2 bilhões ao ano nos próximos anos.

A boa notícia foi dada pelo presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, durante entrevista coletiva nesta terça-feira (15), na Couromoda, que teve a presença de jornalistas estrangeiros. Conforme Klein, a atual cotação do dólar (considerada adequada pela entidade, mas que deve melhorar ainda mais, segundo previsões dos economistas) permite a formação de preços competitivos para as operações dos calçadistas no mercado internacional, o que deve resultar no imediato fechamento de novos negócios.
O presidente-executivo da Abicalçados aposta num crescimento linear das exportações para mais de 150 países, que, mesmo tendo reduzindo os volumes, não deixaram de comprar do Brasil nos últimos anos. “Isso é algo positivo, pois indica uma certa fidelidade por parte dos clientes internacionais, que apenas diminuíram as compras em função dos preços mais altos praticados pelos fornecedores brasileiros”, afirma.

A perspectiva favorável para as vendas externas deve atrair a atenção de indústrias de todos os polos produtores diante da tendência de estagnação do consumo interno, após, também, vários anos de crescimento da ordem de 10%. Para 2014, a entidade prevê aumento apenas da produção de sandálias praianas e consumo estabilizado de calçados.

Heitor Klein destaca que o ímpeto exportador dos empresários calçadistas este ano será favorecido pelo trabalho de promoção comercial que vem sendo realizado há 12 anos, que privilegia a venda de produtos com marcas próprias e de maior valor agregado, a diversificação de mercados e a valorização da imagem institucional do Brasil como fornecedor de calçados para o mercado global. Atualmente, os produtos made in Brasil são comercializados em mais de 150 países, número cerca de 50% superior ao do início das ações de marketing no exterior, o que indica a assertividade das estratégias que vêm sendo adotadas.

O perfil dos produtos exportados pelo Brasil também vem sofrendo alteração. Hoje, além de calçados femininos com cabedal de couro e solado sintético, as indústrias enviam ao exterior calçados femininos com cabedal de laminado sintético. No segmento masculino, um fenômeno recente é a venda de sapatos de couro para o mercado chinês por parte de indústrias de Franca, duramente atingidas pela queda dos embarques nos últimos anos. “Os valores oscilam de US$ 50 a US$ 200, tendo em vista o perfil mais elaborado dos produtos,  o que deve, nos próximos anos, render bom faturamento às marcas francanas”, diz Heitor Klein.

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