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Mercado Mundial de Calçados e as barreiras não tarifárias

O comércio justo entre as nações foi abordado sob o ponto de vista americano, brasileiro e chinês durante o painel “Mercado Mundial de Calçados (MFN Duties e NTB Measures)”, no segundo dia do World Footwear Congress.

Matt Priest, presidente da Federação de Distribuidores e Lojistas de Calçados da América (FDRA), abriu as apresentações do painel falando sobre a entidade, a maior de calçados dos Estados Unidos, que reúne 80% dos lojistas do setor. Sobre o mercado norte-americano, Priest destacou que “99% dos calçados comercializados no país são importados, principalmente da China (75%). Porém, os comerciantes procuram novas fontes para importação. Sobre o mercado de trabalho no setor, Priest lembrou que pesquisa, design e distribuição são responsáveis pelos empregos. Segundo o palestrante, com a instabilidade da economia, ficou difícil prever a demanda de consumo no país. Priest criticou as barreiras de comércio, pois “são um deserviço ao consumidor, que deseja ter acesso às marcas mundiais”.

Adimar Schievelbein, diretor da Abicalçados, ressaltou que o comércio entre as nações deve ser justo e sem interferência dos governos, pois as regras devem surgir da própria prática de mercado. “É preciso eliminar as distorções, como subsídios, pois o preço deve ser justo e cobrir os custos e gerar lucro, já que essa é a razão de ser da iniciativa privada”, defendeu. Schievelbein destacou também que a produção mundial vem crescendo, mas os dois países que dominam têm economia centralizada – China e Vietnã. “Eles não se preocupam em atender seus próprios mercados e a exportação cresce a cada dia. A China asfixia o mercado mundial e também o Brasil”. Segundo o palestrante, o Brasil já foi o principal fornecedor de calçados de couro dos Estados Unidos. “A China não pratica o comércio justo, por isso não podemos ter uma alícota zero de importação de calçados, como quer os Estados Unidos”, pontuou.

O vice secretário geral da Câmara de importação/Exportação de Calçados da China, Wang Hao, disse aos congressistas que a entidade fará esforços para melhorar a comunicação entre as empresas chinesas e as empresas de outros países. “Veremos uma mudança no cenário calçadista chinês, antes voltado apenas para a exportação”. Para aliviar a preocupação apresentada durante o Congresso sobre a baixa penetração de calçados importados no mercado da China, Hao convidou os representantes do Brasil e da Itália a mostrarem seus produtos naquele país, em busca de oportunidades comerciais. Além disso, disse que a Câmara trabalhará para orientar as empresas produtoras de calçado chinesas em relação a controle de qualidade, serviço e comunicação.

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