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Muito caro o luxo na China: pesam os impostos de importação, taxas e tarifas

A China visa o desenvolvimento de um mercado varejista de bens de luxo. Embora, os altos impostos de importação e tarifas que incidem sobre o luxo, de vestuário aos calçados, de malas a relógios, eletrônicos e bebidas, representem um freio nas compras do território do Dragão. Basta pensar que, em média, de acordo com estatísticas do ministério do Comércio de Pequim, no continente chinês o preço de varejo de um produto da categoria luxo supera em 45% o de Hong Kong, em 51% dos EUA, e em 72% o preço francês. Não é por acaso que muitos consumidores chineses, entre os pertencentes às classes mais abastadas, adquirem os bens de luxo diretamente no exterior, contornando os impostos de importação da alfândega do ex Império Celestial.

No entanto, os grandes centros comerciais, com lojas especializadas na venda de bens de luxo estão se expandindo para além da Grande Muralha. Mais de 300 outlets foram construídos em aproximadamente 81 cidades chinesas ao longo da última década, diz Guo Zengli, diretor do Mall China Information Center, organização sem fins lucrativos especializada em análises do comércio no varejo.

Os artigos de luxo importados pela China estão sujeitos a três impostos: tarifas aduaneiras que vão do mínimo de 4,4% até o máximo de 60%; imposto sobre o valor agregado (17%) e a taxa sobre consumo que atinge um pico de 30%. Para ampliar a gama dos produtos high-end (de faixa alta) e conter os preços finais de venda, a Outlets China Ltd, empresa especializada na gestão de shopping centers, anunciou uma colaboração mais estreita com as matrizes no exterior, preferindo ter relação direta com os produtores, contornando as agências de venda na China.

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