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11/10/2019

Armani, Fendi, Oscar de la Renta e Tod´s mostram seu verão nas passarelas de Milão e Nova Iorque

Armani
Como vivenciar o ambiente urbano com leveza e feminilidade? Essa é a pergunta que a coleção Primavera-Verão 2020 da Empório Armani deseja responder. E faz isso tangenciando a margem sutil de um equilíbrio entre cores suaves e superfícies vivas e criando um estilo etéreo, quase impalpável. Seda, veludo froissé ultraleve e tule bordado são os materiais perfeitos para atingir o objetivo e alternar entre as roupas da passarela: casacos espanadores, jaquetas e blazers envolventes, calças (retas ou fechadas na parte inferior), vestidos noturnos iluminados por cristais e lantejoulas. Os acessórios miram o contexto urbano: tênis altos em jeans desbotado e sapatos baixos enfeitados com apliques cristalinos, bolsas de plexi usadas como joias. As cores são as clássicas do universo Empório Armani, suaves como centáurea-azul e azul-petróleo, mas abaladas por tons de verde e azul ácido.

Fendi
A Fendi brilha na Milan Fashion Week com o desfile de moda apresentando sua coleção Primavera-Verão 2020. Silvia Venturini Fendi, após o sucesso da última semana de moda de Milão em junho passado, que marcou sua estreia como a única diretora criativa da Fendi após a morte de Karl Lagerfeld, continua fascinando profissionais, entusiastas e a primeira fila com uma coleção inspirada na longa tradição da Roman Maison, mas que não deixa de piscar para novidades.

Oscar de la Renta
Fortes influências marroquinas e indianas em bordados e tecidos escolhidos para os vestidos diurnos do Oscar de la Renta. Os novos criadores Fernando Garcia e Laura Kim trazem um ar fresco e jovem à passarela nunca visto nas coleções anteriores. E mais uma vez as irmãs Gigi e Bella Hadid dominam o desfile de moda de Nova York.

Tod’s
T de Tod’s, Tradição, Talento, Tempo. A inspiração da marca afunda nas raízes da Italianidade para ser revisada, modernizada e levada ao mundo inteiro. Linhas limpas e materiais finos, entre os quais o couro se destaca, desta vez tingidos em tie dye para recordar a liberdade dos anos 1990 e ainda cortados em cascatas de paetê. A nappa é tão macia que fica plissada enquanto os sobretudos e casacos alternam entre anaconda e couro emborrachado. Tudo diminuiu em variedade de cores, indo de branco a preto gráfico e a tons pastéis com pinceladas vívidas. O trabalho artesanal é visto melhor nos acessórios: os slingback com salto de kitten têm uma linha simplificada (linda em verde brilhante), bem como os slip-ons e mocassins que se confirmam como peças-chave da maison, desta vez apresentando pontas arredondadas, couro metálico ou pele de pônei listrada. Nas bolsas multiuso e multiforma, aparece um T sutil de tamanhos diferentes que lembram as palavras-chave da marca e seus valores.

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