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28/05/2019

Brasil cria 129 mil vagas em abril, melhor nível para o mês desde 2013

O Brasil gerou 129,6 mil vagas formais de emprego em abril, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O número é o maior para abril desde 2013 e resultado de 1.374.628 admissões ante 1.245.027 desligamentos. Esse é o terceiro ano consecutivo que abril apresenta saldos positivos, refletindo a recuperação do contingente de empregos formais. No acumulado do ano, o estoque de empregos chegou a 38,5 milhões.

Vendas do Magazine Luiza disparam 28% no primeiro trimestre, totalizando R$ 5,7 bilhões
O Magazine Luiza comunicou, no dia 6 de maio, à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) seus resultados financeiros relativos ao primeiro trimestre do ano fiscal de 2019. No período, as vendas em todos os canais da companhia aumentaram 28% em relação a 2018, atingindo um total de 5,7 bilhões de reais. O lucro líquido pró-forma foi de 132,1 milhões de reais e o Ebitda pró-forma atingiu 318 milhões de reais - com margem de 7,4%. O crescimento da receita nos canais digitais foi de 50% e totalizou 41% das vendas totais da companhia.

MP da Liberdade Econômica reduz burocracia e anima empreendedores
Foi assinada, nesta terça-feira, dia 30 de abril, a medida provisória batizada de MP da Liberdade Econômica. Ela estabelece garantias de livre mercado e reduz exigências burocráticas. Uma das mudanças da medida é retirar exigência de quaisquer licenças ou alvará para empresas consideradas de baixo risco que sejam usadas para sustento do proprietário e família, incluindo alvarás de funcionamento, sanitário ou ambiental. “A medida provisória terá impacto positivo na economia ainda este ano, principalmente para pequenas e médias empresas”, garante o secretário especial de Desburocratização, Paulo Uebel.

Otimismo com imóveis atinge recorde; incorporadoras confirmam momento favorável
A confiança dos brasileiros na compra de imóveis como fonte de renda continua firme: 60% dos que compraram imóvel no ano passado acreditam que o preço vai subir em 2019. É o maior nível registrado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), que faz o levantamento desde 2014. Ao mesmo tempo, as prévias operacionais do primeiro trimestre já divulgadas pelas incorporadoras de capital aberto apontam forte crescimento de lançamentos e vendas imobiliárias. Os lançamentos totalizaram R$ 3,84 bilhões, alta de 82,3%; enquanto as vendas cresceram 30,7%, contabilizando R$ 4,06 bilhões.

Atividade do comércio cresce 2,33% em março
O comércio varejista segue em trajetória de recuperação. Dados apurados pelo Indicador de Atividade do Varejo da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostram que as consultas para vendas a prazo cresceram 2,33% no acumulado em 12 meses até março deste ano. No mesmo período do ano passado, as vendas do segmento haviam crescido 1,49%. O Indicador de Atividade do Comércio é construído a partir do volume de consultas de CPFs e é um termômetro da intenção de compras a prazo por parte do consumidor, abrangendo os segmentos varejistas de supermercados, lojas de roupas, calçados e acessórios, móveis e eletrodomésticos, entre outros.

PEC da Previdência pode alavancar Reforma Tributária
Tida como o principal problema da Reforma Tributária, a concomitância de sua tramitação junto com as mudanças na Previdência passou a ser encarada no Congresso como seu maior ativo. Depois de se reunir com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e com os líderes de alguns dos principais partidos da Casa, o economista Bernard Appy, diretor do Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e ex-secretário-executivo do Ministério da Fazenda, saiu convencido de que a reforma foi comprada pelo meio político como a ‘agenda positiva’. “Ao rever a tributação sobre bens e serviços, folha de pagamento e renda, a reforma pode impactar positivamente o país na agenda de produtividade, geração de emprego e distribuição de renda”, disse Appy, em entrevista ao Valor.

Governo prepara pacote de medidas para destravar economia do Brasil
O Ministério da Economia prepara um pacote de medidas para aumentar a produtividade, o emprego e tentar destravar a atividade econômica. Previstas para acontecer em 90, 180 e 360 dias, as ações foram formuladas em quatro grandes planos que serão anunciados ao longo de abril: Simplifica, Emprega Mais, Brasil 4.0 e Pró-mercados. O primeiro a sair do forno será o Simplifica, conjunto de 50 medidas para desburocratizar a vida do setor produtivo.

Entre as medidas do Simplifica, está uma completa reformulação do eSocial, formulário digital pelo qual as empresas comunicam ao governo informações relativas aos trabalhadores, como vínculos, contribuições previdenciárias, folha de pagamento, aviso prévio e dados sobre o FGTS.
No Emprega Mais, o governo adotará uma nova estratégia nacional de qualificação de pessoal.
No plano Pró-mercados, a ideia é retirar, por meio de mudanças regulatórias, as barreiras ao pleno funcionamento do mercado.
Já o plano Brasil 4.0 contém medidas para estimular a digitalização e a modernização dos processos de gestão das companhias.