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07/11/2017

Buscadores são responsáveis por até 49% do tráfego do e-commerce

Pesquisa realizada pela Sem Rush em parceria com a VTEX, empresa brasileira de soluções de e-commerce, levantou que o tráfego dos e-commerces nacionais depende, em até 49%, dos buscadores. Esse número pode chegar a 52%, se falarmos apenas de pequenos e-commerces. Para Rachel Toyama, que criou o Paraíso Feminino, primeiro buscador de moda só para mulheres, essa é uma verdade incontestável: “os consumidores estão aprendendo a usar cada vez mais os buscadores, uma ferramenta rápida e prática para pesquisa e comparação de preços”.

Segundo Rafael Campos, sócio diretor da VTEX, empresa brasileira de cloud commerce, quanto menor o porte da loja virtual, maior a dependência das ferramentas de busca. O tráfego para lojas de grande porte oriundo dos buscadores representa, em média, 37% do volume total de visitas. “Empresas de pequeno porte têm uma dependência consideravelmente mais alta. Para elas, 52% do tráfego vêm dos buscadores”, explica Campos.

Rachel revela: “hoje, no Paraíso, agregamos mais de 350 mil produtos de 350 lojas virtuais e mais de três mil marcas no mesmo lugar. É essa variedade e praticidade que faz com que as nossas usuárias sintam a economia de tempo e dinheiro ao comprar por meio do buscador”, completa. Ela enfatiza: “como somos focados em um nicho, temos a proposta de contribuir cada vez mais para aumentar o tráfego dos e-commerces parceiros, especialmente com as marcas pequenas que encontram aqui a mesma oportunidade de grandes players”.

Para Rachel, “os pequenos e-commerces acabam tendo sua visibilidade diluída nos grandes buscadores que tem o seu modelo de negócio baseado em leilão, eles não conseguem competir, já que a política de maior lance acaba sempre priorizando quem tem mais para investir”, explica a ex-dentista, que trocou o consultório pela consultoria de moda. No Paraíso Feminino, os valores de CPC (custo por clique) são iguais para todos os clientes pagantes, independentemente do tamanho da loja virtual. “Isso ajuda a impulsionar os menores e dá mais equilíbrio na hora de oferecer os produtos”, explica à empresária.

Com uma proposta inédita no país, de agregar os melhores e-commerces de moda feminina e experiência de consumo, com serviços como caderno de tendências e indicação de melhores looks personalizados por e-mail, o Paraíso Feminino conquista cada vez mais os consumidores e as marcas que desejam ser encontradas de forma mais fácil pelo buscador.

Com o espelhamento que realiza no e-commerce das marcas divulgadas, o Paraíso Feminino torna-se um verdadeiro Google da moda brasileira e até internacional: “temos marcas mais casual e também grifes de alta costura, como Prada, Gucci e Louis Vuitton. Isso ao lado de Dafiti, Morena Rosa e Colcci, por exemplo,” cita Rachel, que também é consultora de moda e assina o E-Trends, um caderno exclusivo de tendências, e ainda responde dúvidas para ajudar as usuárias a comprar melhor escolhendo os produtos certos para cada estilo, corpo e ocasião.