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22/03/2019

Morgan Stanley estima desaceleração no consumo interno da China

Novos sinais sobre a desaceleração no mercado chinês. O Morgan Stanley revisa suas próprias previsões sobre o desempenho de Pequim nos próximos doze meses, em comparação com o período de 2012-2018: o crescimento continuará, mas a uma taxa menor do que o baixo dígito duplo registrado nesses sete anos de ouro.

Segundo a instituição financeira, devem cair sobretudo os mercados mais tradicionais como calçados, roupas masculinas e relógios. Para as três categorias, espera-se que as vendas e as margens diminuam entre 10% e 20% em relação ao período anterior, pois são direcionadas a um grupo de clientes menos jovem e menos preocupado com a moda.

De fato, mudar o foco, manter e, em alguns casos, até mesmo continuar a crescer vigorosamente, deve ser o objetivo dos setores direcionados a garotos e mulheres. Para os acessórios, Morgan Stanley assume o crescimento a duas vezes a velocidade do resto dos bens de luxo. Imaginando, assim, diminuições nos sapatos, roupas e relógios masculinos, a instituição financeira estima faturamentos e margens reduzidas para marcas como Tod, Salvatore Ferragamo, Hugo Boss e Swatch, enquanto os andamentos de LVMH, Kering, Prada e Hermès devem ficar em positivo.

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