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07/07/2017

O mercado de luxo e o e-commerce

Para Bruno Pavlovsky, a área digital não é mais um fator externo volumoso com o qual tem que se confrontar; é um elemento estratégico inerente ao negócio. Entrevistado nas vésperas da apresentação da coleção Cruise de sua grife, Pavlovsky explicou que: “a experiência da marca está na butique. É onde nós queremos que nossos clientes existentes e aqueles futuros experimentem a marca".

Outro parecer foi de Marco Bizzarri, CEO da Gucci. Ao participar na conferência da Confederação da Indústria ‘Exportando a Dolce Vita’, o diretor do Grupo Kering disse claramente que a web é uma oportunidade para o mercado de luxo: “Na loja física damos a possibilidade de sentir o cheiro do couro; online, criamos conteúdos, contamos histórias. A nossa qualidade é um dado, o verdadeiro desafio é gerar emoção e a rede nos permite fazer isso. O digital permite à Gucci criar o mundo que seduz e conquistar o público”, disse Bizzarri.

Está claro que para o mercado de luxo, o e-commerce não é apenas filosofia, mas acima de tudo uma maneira de fazer negócios. Tem aqueles que se preocupam mais com o conteúdo e outros mais com a venda. Prova disso é o 24 Sèvres, o super-portal da LVMH. O grupo francês, que tem mais de 150 grifes e uma rede de distribuição em mais de 70 Países, agora amplia para o e-commerce.

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