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O atrativo mercado do luxo brasileiro


Crescimento médio de 25% ao ano, baixo impacto diante situações econômicas adversas, projeção de faturamento de US$ 9,2 bilhões em 2013 e pelo menos mais uma década de desempenho promissor. Com estes e muitos outros atrativos, o mercado de luxo brasileiro chama cada vez mais a atenção de grifes internacionais e marcas de destaque do próprio país, interessadas em abocanhar parte do volume financeiro movimentado anualmente pelo segmento premium.

Apresentar a profissionais de diferentes setores as características
do mercado do luxo e como atuar nele com sucesso estão entre os objetivos
do Meeting Luxo Brasil, realizado em Novo Hamburgo/RS. O ciclo de palestras foi
organizado pela Luxo-Brasil, empresa com sede na capital gaúcha, e conta
com a presença de especialistas, entre eles Paulo Roberto de Sá,
executivo com experiência em diferentes cervejarias estrangeiras que operam
no Brasil.

Para ele, a imposição do luxo nunca esteve com tanta evidência como hoje e produtos e serviços voltados a esse segmento geram mais lucro do que em toda a história. Isso ocorre, segundo ele, porque o novo consumidor dispõe de recursos financeiros, sabe o que quer e quer exclusividade no que adquire.

Luxo é a arte de transformar em realidade as sensações mais sublimes, relacionadas a produtos e serviços diversos. De calçados a aviões executivos, o luxo diz cada vez mais respeito ao necessário do que ao excesso. Por isso, todas as pessoas podem desejar ter o que lhes dá prazer ou representa uma recompensa por um desempenho alcançado. “Luxo é o diferente, o inusitado, o cobiçado, o raro e o especial, ou seja, tudo aquilo que proporciona uma experiência sensorial marcante, poder ou status”, explica.

Luxo é caro e raro. Se acessível como produto de massa, deixa de ser luxo. Produtos de luxo geralmente estão à frente dos demais e são considerados ´opinions leaders´. Da mesma forma, produtos de luxo têm padrão de excelência em todos os processos de criação, desenvolvimento, produção e apresentação.

No mercado de luxo, o Brasil é a ‘bola da vez’, mas quem pretende iniciar atuação por aqui precisa estar disposto a enfrentar grande concorrência e conhecer as características dos consumidores, com base em duas categorias: novos ricos e verdadeiros ricos. Os primeiros são aqueles que ascenderam social e economicamente nos últimos anos e, agora, ambicionam ter e consumidor aquilo com que sempre sonharam. Os verdadeiros ricos são pessoas e famílias com alto poder de consumo que há tempos – geralmente décadas – consomem produtos e serviços exclusivos.

Além da origem e do tempo de presença no segmento AA, o que diferencia uns dos outros são hábitos de consumo. Os novos ricos adquirem marcas nacionais como Daslu, Fasano, Osklen e Victor Hugo e, nas viagens ao exterior, vão a Miami, onde as compras concentram-se em marcas como Louis Vuitton e Chanel. Os verdadeiros ricos preferem viagens à Nova Iorque e Milão, e as marcas que mais adquirem são Hermès e Giorgio Armani. 65% do público que consome produtos e serviços AA no Brasil têm até 45 anos, 58% são mulheres (58%) e quase todos viajam ao exterior para passeio e compras.

“O grande desafio para quem pretende atender a esse público é unir qualidade de produtos e excelência na prestação de serviços, pois os consumidores de luxo são diferenciados e exigentes em relação à abordagem, ao atendimento, à educação, ao conhecimento e à capacidade de interação”, afirma Paulo Roberto de Sá. Isso indica, segundo ele, que empresas e profissionais precisam qualificar-se continuamente. Quem não é qualificado não vende ou vende pouco, menos do que poderia.

A qualificação de vendedores e atendentes deve ser total e contínua, conforme Sá, tendo em vista também os aspectos psicológicos inerentes à compra de um produto ou escolha de um serviço de luxo. “A opção é relacionada ao emocional e foge à racionalidade”, enfatiza o especialista, que recomenda às empresas também investimentos no ambiente de vendas e nos serviços adicionais. “A competição pelo mercado está pautada também na capacidade de estimular sensações memoráveis aos consumidores. É melhor sucedido quem sabe aliar todas estes fatores”, finaliza.

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