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Para Abicalçados, cenário econômico é menos preocupante do que em 2014

O presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, participou, na noite de 2 de fevereiro, de encontro com entidades setoriais na sede da Associação Brasileira dos Químicos e Técnicos da Indústria de Curtimento (Abqtic), em Estância Velha/RS. No encontro, o executivo ressaltou que o ano de 2015 não é de boas perspectivas para a indústria de calçados, porém o quadro é mais claro do que o desenhado em meados de 2014. “Hoje sabemos o que temos pela frente, em 2014 o quadro não era claro. Dessa forma, as empresas poderão se preparar para enfrentar o problema de quedas nas demandas internas, inflação alta e endividamento das famílias”, disse.

Para Klein, o quadro para o ano corrente é menos preocupante. “Já passamos por momentos semelhantes em 1994 e em 1999. Talvez o ambiente recessivo que se desenha para 2015 seja até mais grave do que no passado, mas, por outro lado, hoje as empresas estão mais preparadas para enfrentar as turbulências do mercado”, acrescentou. O executivo elogiou, ainda, o comportamento do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) que convocou reunião com entidades setoriais representantes do setor exportador para discutir medidas para o Plano Nacional de Exportação.

Mercado externo
Na oportunidade, o gerente executivo do Conselho de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Luciano D’Andrea, fez um histórico da balança comercial brasileira, destacando a participação crescente das commodities em detrimento dos manufaturados. Segundo ele, o PIB mundial deve crescer em 2015, com contribuição significativa dos países mais desenvolvidos. “Os países desenvolvidos, nas exportações, têm em comum o maior índice de manufaturados. É uma política que o Brasil terá que rever, promovendo exportações de maior valor agregado”, destacou.

Para D’Andrea, em 2015, que será, inevitavelmente um ano de ajustes, o Governo deve cortar gastos com a máquina pública, que cresceram 13% no ano passado, e seguir com os programas de desoneração tributária como Reintegra e a desoneração da folha de pagamento. “Esperamos colher os resultados dos ajustes em 2016”, frisou. Apesar de pintar um quadro cinzento para o ano que se inicia, o especialista destacou que é possível melhorar o desempenho no âmbito externo com o dólar em patamares mais reais – ele estima que a cotação média deva ficar em R$ 2,65 no ano corrente – e a recuperação de importantes mercados. Por outro lado, segundo ele, é importante que o Governo esteja atento aos acordos bilaterais, como o que está sendo costurado entre Mercosul e União Europeia. “Se tudo der certo, não tivermos revés algum, o acordo com a União Europeia deve fechar em 2015, no máximo 2016”, disse.

Além dos executivos da Abicalçados e da Fiergs, participaram da mesa-redonda o presidente-executivo do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), José Fernando Bello; o presidente-executivo da Associação das Indústrias de Curtumes do Rio Grande do Sul (AICSul), Moacir Berger; o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para Calçados (Abrameq), Marlos Schmidt; e o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Químicas (Abiquim), Milton Kogler. O debate foi mediado pelo presidente da Abqtic, Cezar Luiz Müller.

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