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Ponto de venda deve passar a mensagem da marca e experiência de compra

Criar um ponto de venda que passe a mensagem da marca e ofereça uma boa experiência de consumo. Esse é o desafio quando se fala em arquitetura de lojas, tema discutido na palestra “O varejo do futuro – Para onde caminham as lojas de calçados”, na tarde de domingo (12), no Congresso Brasileiro do Calçado.

A sócia da Maurício Queiroz Design de Consumo, Mônica Marinho, abordou três importantes questões na apresentação: saber sobre o mercado em que estamos atuando, conhecer o público da marca e pesquisar cases de sucesso. “O ponto de venda e a experiência de compra ainda são muito importantes, principalmente para calçado, pois o consumidor quer experimentar e conferir se é confortável”, destaca.

Esse consumidor está cada vez mais exigente e informado e a barreira que mantinha a distância entre a loja física e a on line não pode mais existir. “Mesmo o consumidor ‘showroomer’, que vai à loja só para conhecer o produto e não necessariamente comprar, não precisa ser visto como inimigo”, ressalta Mônica. 

Para falar sobre o design na loja, Mônica apresentou cases nacionais e internacionais, sempre destacando que a arquitetura deve ser pensada para oferecer a experiência que transmite a ideia e a proposta da marca. “Existem várias formas de se conectar com o cliente pela emoção: oferecer um produto customizado, personalizar a loja e ser fiel à sua tradição”.

A loja da marca Carolina Herrera, por exemplo, tem expostas fotos da estilista com sua família. O intuito é criar uma proximidade e um vínculo com o consumidor, para que ele se sinta à vontade. A Pretty Ballerinas, por sua vez, manteve sua origem de produtos para ballet na cor rosa da loja, mas oferece sua linha de flats em cores variadas, para não ficar só vinculada à dança. 

Para os lojistas e fabricantes presentes no Congresso, Mônica destacou que nem sempre surpreender o consumidor é uma questão de custo. “Detalhes que falem da marca podem fazer toda a diferença”.

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