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Ponto de venda tem que unir estética e estratégia para obter sucesso

“Um ponto de venda tem que ser estético e estratégico para atrair o consumidor, fazer com ele permaneça o maior tempo possível na loja e vender os produtos”. A afirmação é de Endrigo Pontes, diretor da Vitrail Visual Merchandising e um dos palestrantes dos Seminários Couromoda. Segundo Pontes, fazer que o ponto de venda tenha, de maneira harmônica, estas características é a função do visual merchandisign, juntamente com as áreas de arquitetura, marketing e design, por exemplo. “Muitos acham que visual merchandising refere-se apenas à vitrine. É muito mais do que isso: tem a ver com o ambiente da loja, a decoração, o design, o público e os produtos”, enfatiza.

Em sua apresentação, ele mostrou os resultados do trabalho elaborado pela Vitrail para a rede de lojas Anita, com 19 unidades em Campo Grande/MS e Cuiabá/MT, que reformulou completamente o visual das unidades da empresa. O trabalho iniciou pela modernização da marca e, em seguida, abrangeu a mudança do layout das unidades, que tornou-se mais atrativo, funcional e vendedor. As lojas ganharam, também, um café, um jardim de inverno e uma área de serviços que estimula a venda em todos os momentos em que o consumidor está nelas. “Os clientes se surpreenderam e passaram a frequentar as lojas com mais frequência”, afirma.

Vários elementos
O ambiente do PDV sofre interferência de vários elementos, como ícone, equipamentos, iluminação e produtos. Por isso, eles precisam ser trabalhados em conjunto para tornar a exposição atrativa, facilitar a circulação e permitir o acesso a todos os produtos. Em vez das tradicionais pilhas de produtos, as lojas da Anita ganharam equipamentos (móveis) em que os produtos são colocados em baixo e, em cima, modelos principais são destacados. Isso facilita o autosserviço. "Em outras palavras, as lojas tornaram-se mais belas, funcionais e, principalmente, mais lucrativas”, explica.

O aproveitamento correto do PDV agrega valor à marca e aos produtos, reforçando o conceito da loja junto ao público. Seja qual for a localização e o público, o PDV deve ser fiel ao DNA da loja e influenciar positivamente quem o frequenta. Seja através de uma exposição massificada ou segmentada dos produtos, ele deve comunicar-se com o consumidor, cuja decisão de compra ocorre nele em cerca de 70 a 80% dos casos, conforme indicam pesquisas feitas por empresas e institutos especializados.

Pontes mostrou também aos participantes como as redes internacionais de lojas trabalham o visual merchandising em suas lojas. A espanhola Camper, por exemplo, presente nos quatro continentes, valoriza as linhas retas, o minimalismo na exposição de produtos e os elementos de cada prédio, sempre em harmonia com o DNA da empresa. As unidades de Barcelona, Paris e São Paulo têm forte presença de materiais locais, mas mantêm os traços que identificam a marca em todo o mundo. “Mesmo diferentes, elas comunicam-se com as pessoas e vendem os conceitos e os produtos da rede em todos os países em que está presente”, finaliza.

 

 

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