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Presidente da Fiergs fala sobre exportações e aumento das importações

A Associação das Indústrias de Curtume do Rio Grande do Sul (AICSul), recebeu, em reunião-almoço no último dia 14, o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), Heitor Müller, que relacionou uma série de entraves para a competitividade das indústrias brasileiras. Entre os pontos destacados, 
a redução das compras de parte dos países europeus e dos Estados Unidos, combinada com o aumento das importações de produtos chineses. O presidente da entidade também identificou otimismo da maioria dos setores em relação a este ano e ainda apontou uma série de medidas tomadas pelo Governo Federal, que ajudam no aumento da competitividade das indústrias.

Na abertura do encontro, o presidente executivo da AICSul, Moacir Berger, lembrou que o setor coureiro já está curtido e seguirá sua trajetória, independentemente de qualquer cenário. Exemplificou com as perdas nas exportações em 2012, de 23%, que já foram recuperadas nos dois primeiros meses deste ano, no mesmo percentual. "Isto é resultado do esforço dos empresários, que têm a capacidade de se adaptar rapidamente às novas condições do mercado", observou.

O presidente do Conselho Diretor da AICSul, Eduardo Fuga, ressaltou a importância do apoio dos sindicatos do setor coureiro para a união de esforços. Da mesma maneira, sublinhou que a Fiergs tem sido parceira permanente em defesa dos pleitos do setor. Conforme ele, a união de esforços agora tem também a participação efetiva do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB) e de outros setores da cadeia, como o de sintéticos. "Afinal, temos muitas causas em comum e, juntos, estamos tendo mais força", afirmou, adicionando que "aumentam as exportações de boi vivo e caem as de calçados, quando o caminho deveria ser o inverso".

A crise internacional, que afeta principalmente a Europa e os Estados Unidos, foi apontada pelo presidente da Fiergs, Heitor Müller, como um dos principais desafios para o setor industrial gaúcho. Adicionou como preocupação fundamental o aumento das importações, principalmente originárias da China. Para vencer estes desafios, o dirigente da entidade gaúcha relacionou a necessidade de um sistema tributário menos pesado e um aumento considerável de produtividade. Lamentou que o câmbio flutuante esteja retirando competitividade diante de outros países, que fixam valores irreais a suas moedas, para venderem mais.

O custo da logística também foi apontado como um gargalo relevante, sendo o dobro do experimentado pelas empresas dos Estados Unidos. Muller ainda mencionou a necessidade de melhora da legislação das relações do trabalho para as empresas tenham melhores condições de atuar competitivamente no mercado internacional. Porém, Heitor Müller afirmou estar otimistas em relação a 2013.

Pesquisa que a Fiergs realizou com 23 segmentos industriais gaúchos mostra que apenas quatro preveem queda da atividade neste ano, sendo o couro um deles. De acordo com a pesquisa, 56% esperam crescer em 2013.

O otimismo, conforme o presidente da Fiergs, tem como base medidas tomadas pelo Governo Federal, como a desoneração da folha de vários setores, bem como de alguns tributos, redução do preço da energia elétrica e das taxas de jutos. "Mesmo que a passos bem lentos, podemos dizer que o Brasil está no passo certo", finalizou. 

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