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Turquia impõe restrições às importações de calçados

Mais um personagem importante aparece no rol de países que impõem barreiras aos calçados brasileiros. A Turquia, que desde 2012 vem impondo restrições às importações de calçados, está intensificando as barreiras aos produtos verde-amarelos desde o ano passado, quanto instituiu uma tarifa de 30% a 50% para os calçados importados que não fossem provenientes da União Europeia, Israel, Macedônia, Bósnia, Marrocos, Cisjordânia, Tunísia, Egito, Georgia, Albânia, Jordânia, Chile, Sérvia, Montenegro, Kosovo, Coreia do Sul e Maurício. 

Apesar da Turquia não representar um volume significativo nas exportações de calçados brasileiros, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) vê com preocupação o movimento protecionista, que considera ilegal por ser discriminatório. “A Organização Mundial do Comércio (OMC) concede o direito de uma nação estabelecer medidas que visem a proteção da saúde humana e também salvaguardas temporárias, desde que não sejam aplicadas de maneira discriminatória”, explica o presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein.

Barreiras técnicas
Além da tarifa aplicada desde 2014, o setor calçadista nacional já convivia, desde o final de 2012, com barreiras técnicas de inspeção da substância química Ftalato. As inspeções, que são realizadas por laboratórios turcos antes dos embarques, na origem, e também no destino acabam atrasando e inviabilizando negócios. “São barreiras sujeitas à contestação junto à OMC”, frisa Klein.

Segundo o executivo, a Abicalçados, por meio de pesquisa com seus associados, constatou que grandes exportadores de calçados reduziram ou eliminaram suas negociações com a Turquia devido às barreiras que inviabilizam as negociações. O executivo conta, ainda, que muitas empresas já desistiram daquele mercado e outras estão “penando” para manter a competitividade naquele país.

“Temos exportadores que diminuíram seus embarques em mais de 40% para lá devido às restrições. Outros reportam que se viram forçados a reduzir preços e aumentar o investimento em marketing para compensar os efeitos das barreiras”, lamenta Klein, acrescentando que todos os associados ouvidos pela entidade foram enfáticos em afirmar que têm grande interesse em fazer negócios com a Turquia e acreditam no potencial daquele mercado, desde que se tenha competitividade ou mesmo imparcialidade em relação aos outros países que não estão sujeitos às restrições.
 


 

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