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Varejo e tendências de mercado

Desafios e oportunidades do setor calçadista sob o ponto de vista do varejista. Esse foi o principal tema abordado pelos palestrantes do Painel “Panorama do mercado varejista de calçados”, que fizeram uma panorâmica das suas empresas e dos mercados em que atuam.

O presidente da Associação Brasileira de Lojistas de Artefatos e Calçados (ABLAC), Carlos Ajita, apresentou alguns números do mercado do Brasil, destacando a importância da classe C. O mercado varejista de calçado brasileiro responde por aproximadamente 744 milhões de pares ao ano e 60 mil pontos de venda. Os calçados femininos respondem por cerca de 35% desse total. O palestrante ressaltou que a entidade apóia as medidas do governo que inibem a sonegação de impostos, como a nota fiscal eletrônica. “O varejo brasileiro tem uma boa relação com a indústria, num momento econômico muito bom para o país”, disse Ajita.

Ronald Fromm, presidente do conselho de administração da Brown Shoe, falou sobre sua empresa e o mercado americano. Líder no mercado varejista americano e com mais de 130 anos de experiência, a Brown Shoe trabalha em diversos canais de distribuição. Nos Estados Unidos, as lojas de departamento respondem por 11% das vendas de calçado, ou US$ 4,7 bilhões. As lojas de massa (como hipermercados) atendem 12% do mercado (US$ 5,3 bilhões), as lojas esportivas 18% (US$ 8,3 bilhões), lojas independentes e outlets 34% (US$ 15,5 bilhões) e lojas de médio porte possuem 25% do mercado (US$ 11,1 bilhões). Segundo o presidente do da empresa, mesmo em um período de recessão, os calçados com alto poder agregado continuam a crescer em participação nos Estados Unidos. “O consumidor quer confiança na marca”, disse.

Chairman do Grupo Cortina, da Bélgica, Dirk Vanderschueren apresentou um panorama da empresa, que vende 30 milhões de pares/ano, 80% para o mercado europeu. O sucesso do grupo, de acordo com o chairman, está baseado em qualidade do produto e na pontualidade da entrega, a preço competitivo. “Nosso fabricante recebe total apoio e parceria para produzir para o grupo. Garantimos para o produtor continuidade, lucro e valor agregado”, disse. A empresa trabalha para oferecer o melhor produto a preço baixo e, para isso, investem em mão de obra para controle de qualidade.

Em uma abordagem diferente da discutida sobre a fabricação chinesa, o vice-presidente da Associação do Calçado de Hong Kong, Willian Wong, falou sobre o varejo calçadista de luxo na China. “O crescimento da China e a expansão da classe média significa uma oportunidade para um mercado de consumo. Nosso consumo anual é de 3 bilhões de pares, o que significa 2 pares per capita. Com certeza, há espaço para crescimento”, disse.

Wong dirige a Italian Fashion Gallery, conjunto de 11 lojas com 100% de produtos italianos de alto valor agregado. O mercado varejista chinês, entretanto, tem um grande intervalo para o segmento de calçados de valor intermediário, o que, segundo ele, é uma oportunidade a ser explorada. “O maior problema de acesso ao mercado chinês é a dominação de grandes players, com consequente valorização das monomarcas. O conceito multimarcas é algo novo na China, mas garantirá excelentes oportunidades devido ao tamanho do país”, completou.

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