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Vendas no Natal impulsionam produção da indústria calçadista no início de 2013

O setor calçadista brasileiro se despede do ano com uma boa perspectiva futura, mesmo que tenha experimentado um início de 2012 desacelerado. Entre o segundo e o terceiro trimestres deste ano, as vendas no varejo começaram a melhorar e tendem a influenciar as compras de Natal, que, por sua vez, devem impulsionar a produção de calçados no início de 2013.
Para o próximo ano, a expectativa é que a produção calçadista (em volume de peças) seja 3,8% maior que neste ano. Os números fazem parte do estudo "Projeções de Mercado' elaborado pelo IEMI Inteligência de Mercado.

Marcelo Villin Prado, diretor do IEMI, explica que o resultado obtido em 2012 ainda é reflexo de situações sentidas mais fortemente em 2011 como: a entrada de produtos importados; a baixa exportação devido ao câmbio e à crise mundial; e o protecionismo da Argentina, um dos principais mercados da produção calçadista nacional. Por outro lado, a valorização do dólar frente ao real e a reação do varejo, ocorridos em 2012, são os fatores que deverão tornar 2013 um ano de recuperação do setor produtivo. Ações macroeconômicas também devem agir favoravelmente.

"A taxa de juros abaixo de 8%, ações pontuais para a redução de encargos trabalhistas (Plano Brasil Maior) e o crescimento do PIB projetam um cenário mais favorável à indústria nacional", comenta Prado.

Em relação a valores, a expectativa é de resultados positivos tanto para a produção quanto para o varejo. O índice de crescimento da produção deverá acompanhar o crescimento previsto para o PIB. 

O varejo, por outro lado, apresenta maiores oportunidades de crescimento não só pelo aumento da renda das famílias, do emprego e da facilidade do crédito, mas também pela redução do consumo de automóveis, eletrônicos e linha branca, fomentados com a redução do IPI.

O diretor do IEMI argumenta que em 2012 os eletrônicos, a linha branca e os automóveis – todos beneficiados pela redução de IPI – captaram boa parcela da renda e das intenções de compra da população, que reduziu, ou adiou compras de outros produtos, dentre eles os calçados. Desta forma, é até natural que o consumidor volte, inclusive por necessidade, a adquirir com maior intensidade este produto em 2013. "A redução do IPI para os bens duráveis, gerou uma demanda reprimida por outros produtos, como calçados, que deverá ser atendida nos primeiros meses do ano que vem. Não dá para ficar muito tempo sem comprar calçados, afinal é um produto de uso frequente, que tende a se desgastar em menos de um ano", finaliza Marcelo.

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